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Jornal do Concelho de Oleiros | Directora: Daniela Silva | Periodicidade: Trimestral | Março 2021 nº78 Ano XVII
Taça de Portugal
Oleiros foi quase tomba-gigante

taca_500x405.jpgA Associação Recreativa e Cultural de Oleiros esteve quase a tornar-se no primeiro tomba-gigante da terceira eliminatória da Taça de Portugal, no passado dia 20 de novembro. Foi eliminado pelo Gil Vicente, equipa da 1ª Liga, nas grandes penalidades (2-4), depois do jogo, com prolongamento, ter terminado empatado a zero golos.
Campo: Estádio Municipal de Oleiros.
Árbitro: Hugo Silva, da Associação de Futebol de Santarém.
ARCO: Palha, Marco, Duvan Guerra, Pedro Graça (Alef, 91), Brian Miguel, Ricardo Almeida (Nuno Pereira, 75), Rayan Hiba (Rúben Silva, 72), Iago dos Reis, Marcelo Dias (Rafa González, 111), De Jesus e Vasco Gadelho.
Suplentes: Caio, Facundo Otero, Alef, Nuno Pereira, Rúben Silva, Rodrigo Caetano, e Rafa Gonzaléz.
Treinador: Fábio Pereira.
Gil Vicente: Denis, Joel Pereira, Rodrigo, Lourency (Boubacar, 82), Claude Gonçalves (João Afonso, 82), Miullen (Renan Oliveira, 66), Antoine Léautey (Kanya Fujitmoto, 105), Lucas Mineiro (Vítor Carvalho, 105), Rúben Fernandes, Nogueira e Mantuan (Samuel Lino, 46).
Suplentes: Brian Araújo, João Afonso, Boubacar, Renan Oliveira, Kanya Fujimoto, Vítor Carvalho e Samuel Lino.
Treinador: Ricardo Soares.
Disciplina: Cartão amarelo para Ricardo Almeida (34), Miullen (48), De Jesus (67 e 117), Vasco Gadelho (69), Brian Miguel (87), Lucas Mineiro (87) e Rúben Fernandes (106). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para De Jesus (117), e direto para Pedro Graça (no banco).
Se o Gil Vicente pensava que vinha a Oleiros fazer um jogo de dificuldade reduzida, depressa percebeu que o conjunto beirão estava bem organizado, com a lição bem estudada e que era capaz de provocar o primeiro tomba-gigante desta terceira eliminatória da Taça de Portugal.
Com efeito a equipa da Associação Recreativa e Cultura de Oleiros soube tirar partido das suas mais-valias e aos 15 minutos poderia mesmo ter inaugurado a partida, com a bola a embater nos ferros da baliza gilista, após corte de cabeça de Nogueira.
O aviso estava dado e o conjunto forasteiro sentiu isso.
Ainda assim, aos 35 o Gil Vicente beneficiou de uma grande penalidade, que viria a ser desperdiçada por Claude Gonçalves.
O encontro permaneceu equi-
librado até ao final dos 90 minutos, tendo a equipa de Oleiros enviado mais uma bola ao poste da baliza visitante, após um remate de Marcos.
Seguiu-se o prolongamento e o nulo manteve-se, apesar do Gil Vicente ser mais perigoso.
Na lotaria das grandes penalidades a equipa da Primeira Liga foi mais forte e acabou por vencer por 2-4.

Francisco Carrega